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O Livro de Mórmon Hoje
A
Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias foi fundada com base
nos ensinamentos do Livro de Mórmon, e a maravilhosa história de sua tradução,
por Joseph Smith, a partir das "placas douradas", tem sido o
ponto de principal atração do proselitismo Mórmon. Mas hoje, passados
muitos anos desde que disseram que o Livro de Mórmon viera para restaurar
as verdades fundamentais do Cristianismo, os líderes mórmons ainda crêem
em suas declarações doutrinárias? O
Livro de Mórmon e a Doutrina Mórmon Contemporânea O
Livro de Mórmon ensina, por exemplo, que:
Hoje
em dia a doutrina Mórmon, contrariamente, ensina que:
Mórmons
agora também acreditam que há milhões e milhões destes deuses, cada qual
tendo obtido natureza divina e criado planetas a serem regidos por eles.
Homens mórmons esperam tornarem-se deuses eles mesmos, para então formarem
e povoarem seus próprios mundos, com a cooperação de suas esposas. Joseph
Smith, que originalmente ditou as palavras do Livro de Mórmon, mais tarde
rejeitou seu ensinamento de que Deus é "imutável de eternidade a
eternidade" (Moroni 8:18). Próximo do fim de sua vida, como relatado
em Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, ele anunciou: "nós
temos imaginado e suposto que Deus era Deus desde toda a eternidade. Eu
irei refutar esta idéia... Ele uma vez já foi homem como nós" (p.
336). Os atuais deuses mórmons, portanto, são muitos, em vez de um só
como criam antes, não são espírito e não são imutáveis como o próprio
Livro de Mórmon ensina. Além
disso, o Livro de Mórmon insiste, plagiando o que já está na Bíblia, que
toda a humanidade tenha que nascer outra vez , isto é, eles precisam ser
mudados de seu estado carnal e decaído , caso contrário eles não poder
o de modo algum herdar o Reino de Deus . O livro proclama ainda uma necessidade
de tornar-se uma nova criatura por ter nascido espiritualmente de Deus
e por ter experimentado essa poderosa mudança em seus corações (Mosíah
27:24-28; Alma 5:14, ênfase adicionada). No entanto, o mormonismo moderno
passou a enfatizar que o batismo na água feito pela igreja Mórmon é indispensável
para receber o novo nascimento, o que é totalmente inaceitável do ponto
de vista bíblico. Ninguém pode nascer de novo sem batismo (McConkie, Mormon
Doctrine, p. 101). No próprio Livro de Mórmon, entretanto, o batismo
é desnecessário para crianças e para Gentios ( os que estao sem lei )
porque para tal é inútil o batismo (Moroni 8:11-13, 20-22). Novamente,
o Livro de Mórmon declara que há somente dois destinos para a humanidade:
felicidade eterna ou miséria eterna. Aqueles que morrem rejeitando Cristo
recebem tormento eterno, sem uma segunda chance após a morte. Eles são
"lançados no fogo, de onde eles não retornam" e " vão para
um lugar preparado para eles, o lago de fogo (3 Nefi 27:11-17; Mosíah
3:24-27; 2 Nefi 28:22-23; Alma 34:32-35). Ao contrário de tudo isso, o
Mormonismo de hoje passou a crer que qualquer um pode usufruir de algum
nível de glória, e que aqueles que já morreram podem ser resgatados da
"prisão" quando os vivos realizam batismos por procuração em
favor deles. Deste
modo, o próprio Livro de Mórmon ensina haver muito pouco suporte para
as principais doutrinas Mórmons correntes. Muitas outras mudanças doutrinárias
importantes envolvendo a natureza de Deus, oração, poligamia, autoridade
etc. precisam ser discutidas aqui, mas o espaço é limitado.* Um
Produto Do Século XIX? Enquanto
os líderes Mórmons da limitada atenção … a teologia do Livro de Mórmon,
seus próprios intelectuais têm tentado empregar a arqueologia americana
para atribuir ao livro a aparência de uma antiguidade genuína. Seus esforços
têm sido tão entusiastas que a Smithsonian Institution (seríssima instituição
científica norte-americana) achou necessário fazer um pronunciamento afirmando
que o livro não tem valor arqueológico. Tentativas
dos Mórmons em estabelecer seu Livro como uma produção antiga não tem
tido grande peso diante do amontoado de evidencias de que se trata realmente
de uma peça de ficção do século XIX. Dois importantes estudos apóiam essa
origem humana. As
Próprias Descobertas De Uma Autoridade Geral Mórmon O
primeiro deles consiste de dois manuscritos escritos por volta de 1922
pela Autoridade Geral Mórmon e apologista Brigham H. Roberts. É surpreendente
saber que este defensor da fé Mórmon argumentava implacavelmente que Joseph
Smith teria sido, ele mesmo, o autor do Livro de Mórmon. A família de
Roberts tem agora permitido exames sérios destes dois manuscritos que
têm estado em sua posse desde sua morte em 1933. Eles têm sido publicados
por intelectuais Mórmons num livro intitulado Studies of the Book of
Mormon (University of Illinois Press, 1985). Roberts
aborda quatro pontos principais num estudo de 375 páginas. Ele observa
em seu primeiro manuscrito, "Book of Mormon Difficulties" (Dificuldades
do Livro de Mórmon), que o relato do livro sobre os antigos Americanos
está em conflito com o que é conhecido sobre eles a partir de recentes
investigações científicas. O Livro de Mórmon os representa como pertencendo
a uma cultura da Idade do Ferro, enquanto a arqueologia tem mostrado que
eles haviam avançado apenas para a Idade da Pedra Polida quando da chegada
do homem branco" (Studies, pp. 107-112). A
situação, ele descobriu, complicou-se mais ainda pelo fato do Livro de
Mórmon declarar que os primeiros colonos chegaram ao Novo Mundo quando
ele era inabitado. Os Jareditas vieram para aquela parte onde o homem
nunca tinha estado (Eter 2:5) e lutaram entre si até a sua extinção. Os
Nefitas igualmente vieram para uma terra escolhida entre todas as outras
(2 Nefi 1:5-11). Já que a chegada do último grupo é dita como tendo sido
em mais ou menos 600 d.C., não haveria tempo suficiente para o desenvolvimento
dos 169 ramos conhecidos de linguagem no Novo Mundo, cada um deles com
vários dialetos. Roberts confessou não possuir quaisquer respostas para
tantas discrepâncias. "Os mais recentes comentaristas autorizados",
ele disse, "deixa-nos, tanto quanto eu posso ver no momento, sem
base para qualquer apelação ou defesa — o novo conhecimento parece estar
contra nós (Studies, p. 143). Até hoje a Arqueologia atual não
tem descoberto nada que contrarie as colocaçoes de Roberts. Havendo
mostrado que o livro está em desacordo com o conhecimento científico recente,
Roberts apresenta em seu segundo manuscrito, "Um Estudo do Livro
de Mórmon", que o livro combina com o conhecimento comum, aquilo
que comumente se acreditava, no começo do século dezenove, sobre os aborígines
americanos. Esta crença incluía muitas idéias erradas de que índios seriam
descendentes das Tribos Perdidas de Israel e que eles teriam desenvolvido,
em algum momento no passado, um alto grau de civilização. Este
conhecimento comum foi bem sintetizado, quase na forma de um livro de
bolso , num livro do Reverendo Ethan Smith. Este trabalho, View of
the Hebrews (Uma Visão sobre os Hebreus), estava impresso em sua segunda
e ampliada edição cinco anos antes do Livro de Mórmon ser publicado. Além
disso, foi publicado na mesma cidade pequena onde Oliver Cowdery vivia.
Cowdery era um primo de Joseph Smith Jr. e seu assistente na produção
do Livro de Mórmon. Numa análise ao longo de aproximadamente 100 páginas,
Roberts mostra que o livro de Ethan Smith contém praticamente a "base
do plano" do Livro de Mórmon (Studies, p. 240; 151-242), indicando
que Joseph Smith plagiara a história fictícia de Ethan, não sendo, portanto,
a revelação de um anjo. Ambos
os livros apresentam os nativos da América como Hebreus que vieram do
Velho Mundo. Os dois alegam ter havido uma parte desmembrada do grupo
civilizado e que se degenerou para uma condição selvagem. A porção selvagem
teria destruído completamente a única civilizada após longas e terríveis
guerras. Ambos os livros atribuem ao ramo civilizado uma cultura da Idade
do Ferro. Os dois representam estes colonizadores do Novo Mundo como outrora
havendo tido um Livro de Deus, uma compreensão do evangelho e a figura
de um messias branco que os havia visitado. Ambos consideram os Gentios
Americanos como tendo sido escolhidos por profecia para pregar o evangelho
aos índios que eram remanescentes dos antigos Hebreus Americanos. Roberts,
causando preocupação a seus próprios colegas mórmons, faz perguntas incomodas
concernentes a este e outros paralelos que ele encontrou: Pode tão numerosos
e surpreendentes pontos de semelhança e sugestivo contato ser mera coincidêcia?
(Studies, p. 242). Como
seu terceiro ponto principal, Roberts estabelece o fato (usando exclusivamente
fontes Mórmons) de que Joseph Smith tinha imaginação suficiente para ter
produzido o Livro de Mórmon. Ele descreve a criatividade de Smith como
sendo tão forte e variada quanto a de Shakespeare, e não deve ser dado
a suas histórias mais crédito do que o que pode ser dado …s do bardo inglês
(Studies, p. 244). Roberts
fundamenta sua tese sobre a origem humana do Livro de Mórmon com uma discussão
de 115 páginas sobre erros resultantes da mente não treinada, contudo
criativa, de Joseph Smith. Roberts aponta para a impossibilidade da jornada
de três dias de Lehi de Jerusalém até a costa do Mar Vermelho uma viagem
de 170 milhas a pé, com mulheres e crianças junto. Ele cita seu desembarque
na América, a terra escolhida entre todas as outras, onde eles inexplicavelmente
encontraram animais domesticados — "vacas, bois, asnos, cavalos,
cabras, cabras monteses" (1 Nefi 18:25). Roberts encontra uma repetição
amadorística do mesmo enredo da história, mudando apenas os personagens.
O Livro, ele chama a atenção, tenta exceder os milagres da Bíblia e apresenta
algumas incríveis cenas de batalhas. Em um momento, 2060 adolescentes
lutaram em guerras por um período de mais de 4 a 5 anos sem que nenhum
deles tenha sido morto (Alma 56-58). Isto levou Roberts a perguntar: "Tudo
isto é uma história coerente... ou trata-se de um conto maravilhoso de
uma mente imatura, inconsciente do quanto ele está exigindo da credulidade
humana quando pede que homens aceitem sua narrativa como uma história
verídica?" (Studies, p. 283). A
questão surge para não ter nenhuma resposta. Roberts também mostra que
o típico do reavivalismo da época de Smith são os desmaios e transes religiosos
encontrados repetidas vezes no Livro de Mórmon. Neste ponto o manuscrito
de Roberts cessa, mas não antes de nos tornar conscientes de como o Livro
de Mórmon depende da cultura e da forma de pensamento da época em que
foi escrito no que diz respeito ao conteúdo e estilo (Studies,
p. 308). A
Bíblia Na Versão King James (Rei Tiago) Plagiada Logo
a seguir, bem nos calcanhares da análise de Roberts, há um estudo de H.
Michael Marquardt, demonstrando, através de evidência muito forte, que
a Bíblia na versão do Rei Tiago (uma das traduções mais bem aceitas e
usadas em inglês) foi usada na composição do Livro de Mórmon. Marquardt
mostra que a parte do Livro de Mórmon que supostamente teria sido escrita
durante o período do Velho Testamento é literalmente temperada com frases
e citações da tradução do Rei Tiago do Novo Testamento (ele lista 200
exemplos). Até as profecias que aparecem nesta parte apresentam as mesmas
palavras que são usadas no Novo Testamento da Bíblia. Eis alguns dos muitos
paralelos, indicando plágio: João Batista, por exemplo, é predito para
vir e preparar o caminho para Um que é mais poderoso do que eu (1 Nefi
10:8/Lucas 3:16), de quem não sou digno de desatar a correia dos sapatos
(1 Nefi 10:8/Jo o 1:27). Semelhantemente, haverá um rebanho e um Pastor
(1 Nefi 22:25/Jo o 10:16) e uma fé e um batismo (Mosíah 18:21/Efésios
4:5). E
mais, a vida e o ministério de Alma no período do Velho Testamento do
Livro de Mórmon são virtualmente uma cópia da vida do apóstolo Paulo.
Até as mesmas expressões tipicamente paulinas são encontrados nos lábios
de Alma: fé, esperança e caridade (Alma 7:24/1 Coríntios 13:13), o poder
de Cristo para a salvação (Alma 15:6/Romanos 1:16), sem Deus no mundo
(Alma 41:11/Efésios 2:12) etc. Desarmonia
Bíblica Os
que crêem no Livro de Mórmon têm tentado justificar tais anacronismos
dizendo que, em traduções, quando a frase era suficientemente parecida
com uma da Bíblia em inglês, Smith simplesmente empregou a frase bíblica
familiar. Esta explicação não justifica, já que não são usadas apenas
frases do Novo Testamento, mas em muitas instâncias a interpretação neotestamentária
da parte do livro de Mórmon dita como sendo do tempo do Velho Testamento
é também adotada e, ainda, aumentada. Por
exemplo, além da interpretação do Novo Testamento colocando Melquisedeque
como um tipo de Cristo ter sido adotada, ainda foi aumentada, na porção
do Velho Testamento do Livro de Mórmon, para incluir uma ordem inteira
de sacerdotes depois da ordem de seu Filho , e uma explicação foi adicionada
sobre porque Melquisedeque foi chamado Rei de Justiça e Rei de Paz (Alma
12 & 13; cf. Heb. 7:2). Dessa forma, o material do Novo Testamento
tem se tornado parte integrante do texto do Livro de Mórmon. Os conceitos
do Novo Testamento, e não somente frases ocasionais, tem sido transportados
para dentro da parte do Livro de Mórmon correspondente ao Velho Testamento.
Como resultado, isso não é um caso de desdobramento gradual de doutrina
como encontramos na Bíblia. No Livro de Mórmon, o Cristianismo é conhecido
e maduro já desde a construção da Torre de Babel. Mais
ainda, o Livro de Mórmon ocasionalmente comete erros graves em seu uso
do material bíblico. Na Bíblia, por exemplo, em Atos 3:22 Pedro faz uma
paráfrase das palavras ditas por Moisés em Deuteronômio 18:15,18. Contudo,
no Livro de Mórmon, em 1 Nefi 22:20, as palavras de Pedro são equivocadamente
referidas como palavras literais de Moisés, parecendo indicar que alguém
copiou o trecho de Atos para a parte do Livro de Mórmon que dizem ter
sido escrita na época do Velho Testamento, em vez de copiar o trecho de
Deuteronômio. O provável copista, que não conhecia a Bíblia tão bem quanto
pensava e sem se preocupar em averiguar se os termos usados por Pedro
eram exatamente aqueles ditos por Moisés em Deuteronômio, acabou por comprometer
a chance que ele queria de fazer com que os leitores acreditassem que
aquela parte do Livro de Mórmon seria uma escritura original, antiga,
do tempo do Velho Testamento. Do mesmo jeito, as palavras de Malaquias
4:1, na Bíblia, aparecem em 1 Nefi 22:15, no Livro de Mórmon. Só que,
de acordo com os mórmons, 1 Nefi teria sido escrito numa época mais de
cem anos anterior … que Malaquias teria escrito seu livro bíblico, o que
aponta para mais um caso em que o escritor do Livro de Mórmon teria copiado
textos da Bíblia e que a data atribuída pelos mórmons a 1 Nefi nao pode
ser verdadeira. Na
segunda parte de seu estudo, Marquardt aponta outro material recente,
o qual foi usado no Livro de Mórmon. Uma variedade do patriotismo americano
da Nova Inglaterra e a manifestação anti-Maçônica ocorrida próxima … casa
de Smith em 1827 são fatos contemporâneos que curiosamente parecem ter
influenciado a redação do Livro, embora os Mórmons insistam em atribuir
ao mesmo uma origem antiga. Mais
evidentes ainda são os eventos da própria vida de Smith incluídos em seu
trabalho. Martin Harris, uma testemunha do Livro de Mórmon, fez uma visita
a intelectuais na cidade de Nova Iorque para checar a habilidade de tradução
de Smith. Tal visita aparece no Livro de Mórmon como uma predição, porém
já foi provado que ela só foi realmente escrita no Livro depois de Martin
retornar de sua viagem. E Smith adicionou uma profecia sobre ele mesmo
como tendo sido chamado para ser o tradutor dos registros Mórmons (2 Nefi
3:11-15). Fácil é fazer profecias depois do evento já haver acontecido.
O
Golpe Final Talvez
mais prejudicial de tudo seja a maneira como o Livro de Mórmon confunde
a Velha e a Nova Aliança. O livro enfatiza que antes da vinda de Cristo
os fiéis guardavam a lei de Moisés, mas também estabeleciam igrejas, ensinavam
e praticavam o batismo cristão e agiam de acordo com doutrinas e eventos
do Novo Testamento ( 2 Nefi 9:23 e Mosíah 18:17). Ora, é bíblica e historicamente
comprovado que o conceito de igreja foi trazido por Jesus, e só faz sentido
com Ele, já que a igreja é o corpo de Cristo e Ele é o Cabeça. As primeiras
igrejas foram fundadas pelos apóstolos, e isso não existia no Velho Testamento.
O desdobramento gradual dos temas teológicos tão evidentes na Bíblia estão
completamente ausentes no Livro de Mórmon. Na Bíblia a Velha Aliança é
tirada para estabelecer a Nova Aliança (Hebreus 10:9). O Livro de Mórmon
rompe esta ordem divina e mistura as alianças e suas ordenanças. O livro
também usa linguajar típico do reavivalismo protestante e idéias contemporâneas
da época de Smith. Tudo isso faz com que o Livro de Mórmon seja visto
como se fosse portador de uma mensagem mais simples e mais contextualizada
do que a Bíblia, mas somente para alguém que tem quase nenhum ou nenhum
conhecimento das Sagradas Escrituras de Deus. Entretanto,
um exame cuidadoso deste Livro de Mórmon, cuja teologia tem sido, em grande
parte, negligenciada pela própria Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos
Últimos Dias, prova que realmente é uma peça de ficção sobre os primórdios
da América. Através dos textos tomados emprestados da Bíblia e do material
contemporâneo, e sua imitação do estilo de linguagem da Bíblia King James,
constituiu-se num poderoso atrativo para os sedentos de novidades em religião
daquele tempo. Uma avaliação cuidadosa, no entanto, mostra claramente
que não é, em nenhum sentido, uma revelação autêntica de Deus. — Wesley P. Walters - extraído via internet.
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