Refutando
o Ministério Graça e Apostolado
Por Evandro José Lui
Introdução:
O presente estudo tem por objetivo expor e trazer à tona as
doutrinas heréticas sustentadas pelo Ministério Graça
e Apostolado, bem como suas severas críticas às Igrejas
Cristãs. Abordaremos aqui apenas alguns dos pontos heréticos
defendidos pelo apóstolo Marco Gomes, fundador e líder
do Movimento, com uma análise simples e sincera da Palavra
de Deus.
Parte
I: Os dois tipos de Apóstolos
O testemunho de "conversão" de Marco Gomes.
Prólogo:
Toda a confusão desse ministério começou através
de uma única interpretação distorcida de um versículo
bíblico, fato pelo qual geralmente surgem as principais seitas
e heresias. O versículo que se trata, não serve apenas
como discussão doutrinária, trata-se da base pela qual
Marco Gomes denominou-se a si mesmo apóstolo1 (além
de depois ter se auto denominado Profeta, Evangelista, Pastor e Mestre.
Impressionante, não?), segundo ele, pelo chamado de Deus.
Analisemos então o Sagrado Texto de I Coríntios 3:10:
"Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como
sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas
veja cada um como edifica sobre ele".
Segundo o Apóstolo Marco Gomes, o outro que edifica é
o APÓSTOLO DE EDIFICAÇÃO, enquanto o primeiro
é o APÓSTOLO DE FUNDAÇÃO - Paulo. Marco
Gomes chega até a tomar para si mesmo o texto de I Coríntios
9:2-3 fazendo da defesa do apóstolo Paulo sua defesa2.
Uma simples análise do texto em enfoque desanuviará
as dúvidas de um leitor leigo e atraído pelo discurso
herético desse pregador.
Vejamos o contexto:
Pela inveja e contenda existentes na Igreja de Corinto (v.3), Paulo
adverte que os coríntios eram "carnais". Havia declaradamente
(v.4) uma intriga entre os que foram batizados por Paulo e os que
o foram por Apolo. Paulo os adverte dizendo que ambos eram apenas
"homens e servos pelos quais crestes" (v.5). Nesse cenário,
Paulo fazendo-se igual a Apolo, ilustra o relato com uma lavoura e
um edifício, dizendo: "Porque nós somos cooperadores
de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus"
(v.9). Então chegamos no ponto da discussão: "...
pus eu como sábio arquiteto, o fundamento (semeei a palavra
- v.6), e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre
ele". Embora os teólogos contemporâneos afirmem
que "o outro" é Apolo, não podemos aplicar
essa interpretação a qualquer pessoa que diz ter uma
revelação apostólica de Deus. Isso é contra
a própria Bíblia (Apocalipse 22:18). Ademais, contanto
que o texto trate no v. 10 de Apolo, em nenhum momento dá brechas
para que Marco Gomes veja a si mesmo como um "apóstolo
de edificação". A Bíblia não faz
tal divisão de apostolado. Na continuação do
contexto, os versos 12 a 15 deixam claro que a construção
do edifício simboliza a contribuição de cada
membro para essa finalidade, visto que expressões pessoais
(esse sofrerá prejuízo, entre outras) fica patenteada
no contexto demonstrando que cada um prestará contas da sua
parte no edifício levantado sobre o fundamento que é
Jesus Cristo. Aí começam as heresias do Ministério.
P.S.: Não relatarei aqui o seu "sonho com Jesus",
seu "ensino ministrado excepcionalmente pelo Espírito",
sua "carta de recomendação do Espírito"
entre outras pois estas e outras descrições podem ser
encontradas no site do Ministério: www.gracaeapostolado.com.br
no tópico "Ministério" com o título
Meu Testemunho meu chamado.
Parte II: O ministério de Paulo
Prólogo:
É do conhecimento de todos que os romanistas nutrem demasiada
veneração pelo apóstolo Pedro, chegando até
mesmo colocá-lo num pedestal acima dos demais discípulos
do Mestre. Pois bem, com o M.G.A. (sigla utilizada daqui em diante
para identificar o Ministério Graça e Apostolado) dá-se
semelhantemente o mesmo fato, mudando apenas de protagonista. Seu
apóstolo-mor é Paulo, aliás, diga-se de passagem,
a maior e única autoridade em matéria de Escritura,
a única porção da Palavra onde se pode encontrar
a sã doutrina3.
Numa porção de 14 textos (Rm 8:1; I Cor 3:9; II Cor
3:18; Gál 3:26; Ef 2:10; Fp 2:13; Col 1:22; I Tes 5:9; II Tes
2:16; I Tim 3:16; II Tim 1:9; Tt 2:11; Fm 25 e Hb 10:10) o apóstolo
tenta provar a soberania da sã doutrina (cartas de Paulo) sobre
os demais livros do Novo Testamento4. Com uma interpretação
forçada de Gál 1:11-125, uma defesa do apostolado de
Paulo, o apóstolo Marco Gomes taxa as demais partes da escritura
num segundo plano, chamando-as "carnais", em comparação
com as "espirituais" epístolas paulinas. É
interessante notar que quando um texto bíblico (seja um evangelho
ou outro texto qualquer) apóia suas idéias heréticas,
o apóstolo o agarra com excessiva veemência, porém
quando este vai de encontro às suas conclusões, descarta-o
instantâneamente. Há uma certa acepção!
Os textos citados não demonstram de maneira alguma que o compêndio
de epístolas paulinas sejam superiores a qualquer outra parte
da Bíblia Sagrada. Não existe o "desnível"
proposto pelo Sr. Marco Gomes, entre a Teologia de Paulo e o restante
da Bíblia, sendo esta inferior àquela. A Bíblia
se completa. Não pode haver uma teologia fundamentada apenas
nas epístolas de Paulo e "subordinadas" (quando convém)
ao restante das Escrituras.
Segundo o apóstolo, o ministério de Paulo é dividido
em "três etapas": aos judeus, reis e gentios, sendo
o último, o verdadeiro alvo do chamado de Paulo, conforme Atos
13:47. Sem dúvida que Paulo foi por Deus designado "Apóstolo
dos Gentios", contudo, em todas as suas viagens missionárias,
a primeira atitude tomada em qualquer lugar que ele chegasse era única:
dirigir-se a uma sinagoga e pregar aos judeus (Atos 14:1 em Icônio,
Atos 17:1-2 em Tessalônica, Atos 18:4 em Corinto, Atos 19:8
em Éfeso, etc) segundo o costume. Podemos concluir então
que, embora Paulo tenha sido designado apóstolo dos gentios,
não negligenciou a pregação aos judeus e gregos,
pelo contrário, colocou a pregação à casa
de Israel em primeiro lugar em todas as suas atividades.
Quanto à afirmação de que a graça só
é verdadeira debaixo do apostolado6, podemos concluir que debaixo
de um apostolado como o de Marco Gomes, a graça divina trasformou-se
em uma graça transgênica em vista de todas as doutrinas
que o ministério expõe7.
Parte
III: Batismos
Prólogo:
Segundo o Sr. Marco Gomes, o verdadeiro batismo é o declarado
em Gál 3:278. De acordo com suas declarações,
batismo nas águas é obra da lei e, assim, todas as Igrejas
que o praticam são rotuladas por ele mesmo como igrejas da
lei9. Vejamos!
Primeiramente, é preciso esclarecer que o batismo de João
e o batismo da Igreja Cristã após o Pentecostes são
dois fatos distintos. Em Atos 2, as pessoas já eram batizadas
em nome de Jesus ( sendo depois batizadas em nome do Pai, do Filho
e do Espírito Santo). O erro doutrinário desse Ministério
tem nesse fato sua porta de entrada. De acordo com o apóstolo,
o batismo foi uma ordenança de Jesus apenas para os judeus
e se cumpriu em Atos 2:5, 38-41, conforme Mateus 28:19. As afirmativas
do herege vão ainda ao extremo de afirmar que Paulo batizou-se
e batizou a outros com o fim de ganhar alguns, como declarado em I
Coríntios 9:19-2210.
Sabemos por inúmeros testemunhos bíblicos dos livros
de Atos e das próprias cartas paulinas que o batismo nas águas
era o meio de exteriorizar a conversão de um cristão.
Não se trata de obra da lei. Quando Jesus ordenou o batismo,
já estava ressureto11, portanto, a humanidade já estava
na dispensação da graça, pois Cristo foi o último
homem a cumprir a lei12. Qualquer leitor sincero das Sagradas Escrituras
perceberá que Atos 2:5; 38-41 não pode ser o cumprimento
definitivo da ordenança de Jesus, pois todo o restante do livro
traz cristãos gentios e judeus sendo batizados após
sua conversão, já na Era da Graça (segundo ele,
os evangelhos não fazem parte do Novo Testamento, de acordo
com uma interpretação forçada de Hebreus 9:16-17)13.
Não se pode tabular o batismo com o texto favorito de Marco
Gomes - Hebreus 10:1 - como uma obra da lei, uma sombra.
Continuando em suas conclusões, Marco Gomes afirma que, "uma
vez que Cristo morreu pelos pecados" (Romanos 4:25; 5:20; Hebreus
10:12) não há pecado em nós e não havendo
pecado, vamos nos arrepender de que?14 É impressionante como
I João 1:8 é totalmente desprezado nessa "Teologia
da Graça". Frequentemente encontro um "cristão
em graça" fumando e dizendo as palavras do apóstolo:
"em mim não há pecado". Também pudera,
para um líder que afirma categoricamente que o diabo não
existe e que este nada mais era do que Adão! Pode uma coisa
dessas?15 As fábulas que Marco Gomes inventa para dizer que
João Batista era profeta e, como tal, trazia uma mensagem profética
com o batismo e que este, ao ser Cristo ressureto foi abolido do seu
propósito, não tem a mínima base bíblica
e só podem ser criadas por uma mente que não vê
as mais claras doutrinas nas Sagradas Escrituras.
I Coríntios 1:17 é outro versículo frequentemente
usado pelo herege
É certo que nos versos em questão, Paulo diz que Cristo
não o enviou para batizar, porém o apóstolo,
fazendo uso de suas interpretações absurdas afirma que,
pelo fato de João Batista trazer uma mensagem profética,
Paulo não veio trazer essa mesma mensagem (o batismo), pois
esta mensagem já havia sido abolida16. O contexto, contudo,
mostra claramente que Paulo não subestimou o batismo, antes
exortou que não houvesse na Igreja contenda quanto a inveja
dos membros que foram batizados por Paulo, Apolo ou outro qualquer,
além de elucidar outros problemas exitentes naquela Igreja.
Isso não deixa de ser uma prova de que a Igreja coríntia,
predominantemente gentílica, tinha recebido o batismo nas águas
por diversos líderes.
Prosseguindo na análise, Marco Gomes afirma que os batismos
efetuados por Paulo (Atos 16:28-33; Atos 18:8; Atos 19:4-5) foram
realizados por "falta de revelação", uma vez
que Paulo ainda não havia sido arrebatado ao terceiro céu
(II Coríntios 12:1-4) quando recebeu a "revelação
da Nova Aliança" 17 (Gálatas 1:11-12), a sã
doutrina18. Sabemos, no entanto que o que Paulo condenou em suas cartas
foram as obras da lei e que o batismo nas águas foi seguido
tanto por Paulo quanto por todos os cristãos durante esses
mais de dois mil anos, testemunhando dele os escritores sagrados e
seculares, uma confissão pública de fé ordenada
por Jesus e seguida pelos cristãos verdadeiros, sucedida ao
arrependimento.
Apêndice: Uma vez que só os salvos podem ser batizados,
o batismo não tem como finalidade a salvação
do batizando. O ato do batismo se constitui num testemunho público
de que, aquele que a ele se submete, foi regenerado pela fé
em Jesus Cristo. Assim, pelo batismo, o novo crente dá prova
de haver morrido para o mundo, estando pronto para ser sepultado e
ressuscitado para uma nova vida em Cristo. No entanto, se o crente
vier a morrer antes de ser batizado nas águas, a sua condição
de salvo continua inalterada (Lucas 23:42-43). Uma vez que o batismo
não se constitui uma opção, mas uma ordenação
do Senhor, todos os que crêem devem ser batizados.
Parte
IV: Ceia do Senhor
Prólogo:
Ao iniciar a Apostila Volume 22 - Santa Ceia? ou Páscoa Judaica?,
o apóstolo declara que seu conhecimento e entendimento acerca
da Palavra de Deus é o mesmo que Paulo obteve quando foi arrebatado
ao terceiro céu, completando que não pediu a Deus revelação,
Deus revelou-se a ele porque é Soberano (é impressionante
notar que essa é uma das características marcantes do
surgimento das seitas na história: um homem se auto declara
ungido de Deus e afirma que recebeu instruções e revelações
especiais do Altíssimo só para si). Assim, ele não
deve satisfação a ninguém e só sob esse
tipo de unção - a unção apostólica
- pode-se compreender as Escrituras. É impressionate ainda
como o apóstolo usa termos de Paulo aplicando-os à sua
própria vida, fazendo uma analogia ridícula.
Analisemos a argumentação do herege sobre o tema agora
proposto:
Hebreus 10:1-2
1 PORQUE tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não
a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios
que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os
que a eles se chegam.
2 Doutra maneira, teriam deixado de se oferecer, porque, purificados
uma vez os ministrantes, nunca mais teriam consciência de pecado.
Novamente a ceia é taxada como "obra da lei".
A interpretação apostólica de I Coríntios
11:17-34 de Marco Gomes é das mais esdrúxulas que já
vi. Segundo ele, no trecho, Paulo está falando estritamente
com os judeus19. Sabemos, no entanto, que essa conclusão é
uma conjectura das mais bizarras, visto que a Igreja de Corinto era
composta de judeus, gentios, gregos e mesmo estrangeiros que desembarcavam
nessa cidade portuária (Atos 18:4). Ademais, Marco Gomes faz
do verso 20 uma ordem e dos versos 26 e 29, conclusões que
nem o mais atrapalhado leitor poderia tirar (chama isso de interpretação
apostólica)20.
O verso 20 é uma advertência, uma exortação
ao abandono do comportamento carnal dos coríntios. É
do conhecimento de todos que a Igreja coríntia era uma Igreja
cheia de intrigas e contendas (I Coríntios 3:3). Desse modo,
ao celebrar o memorial da Ceia, os coríntios incidiam em glutonarias
e bebedices, além de tremenda desunião e divisão.
É isso o que Paulo condena. Ele não ordena que não
fosse realizada, mas que houvesse ordem e moderação.
No v. 26, o apóstolo declara que quando celebramos a Ceia anunciamos
que Jesus vai morrer. Assim, desenvolve o argumento das três
vindas de Jesus (absurdo, diga-se de passagem). A primeira foi para
cumprir a lei, a segunda na sua ressurreição e a terceira
para buscar sua Igreja21. Desse modo, conclui, a primeira e a segunda
vinda já se cumpriram (o que segundo Marco Gomes, Jesus quis
dizer em Mateus 26:29), não sendo mais necessário celebrar
a Ceia. Agora pense comigo: qual o sentido de Jesus ordenar a celebração
da Ceia anunciando sua morte se quando ressuscitasse, a ordenança
se tornaria nula? Três dias após a última Ceia
Jesus ressuscitou. Será que Jesus se referia a esse curtíssimo
espaço de tempo ao dizer: fazei isto em memória de mim?
Claro que não! Quando anunciamos a morte de Jesus, anunciamos
que seu corpo foi dado em nosso favor e seu sangue é o único
método sobremaneira eficaz para lavar os pecados dos homens
que a Ele se achegam.
O v.29 é tido pelo Sr. apóstolo como a diferença
entre os dignos e indignos. Indignamente, como diz Paulo, aos olhos
do herege quer dizer sem discernimento de que o simbolismo da Ceia
já passou, não é mais para ser realizado22. Sabemos,
contudo, que quando Paulo usa a expressão indignamente, diz
respeito ao comportamento carnal dos membros coríntios.
Finalizando o assunto, embora a Bíblia descreva a primeira
Ceia como "Páscoa" (Mateus 23:17), todos sabemos
que na sua mesa aquele dia, a Ceia foi diferenciada em seus ingredientes
e em seu significado (compare Êxodo 12:3 com Mateus 26:26-27).
Marco Gomes se agarra com unhas e dentes no texto de Êxodo 12:43
para afirmar que nenhum estrangeiro (gentio) comeria dela e em Êxodo
12:3 para concluir que a Páscoa era realizada nas casas, não
na Igreja23. Voltemos a atenção para a continuação
do texto
48 Porém se algum estrangeiro se hospedar contigo e quiser
celebrar a páscoa ao SENHOR, seja-lhe circuncidado todo o homem,
e então chegará a celebrá-la, e será como
o natural da terra; mas nenhum incircunciso comerá dela.
Desse modo, vemos que os estrangeiros poderiam comer a Páscoa
conquanto obedecessem a Lei de Israel (do SENHOR).
Apêndice: A Ceia do Senhor - Passado, Presente e Futuro:
Os discípulos de Cristo são privilegiados ao participarem
com Ele da Ceia do Senhor. Deste modo, ligamos o passado, o presente
e o futuro.
Passado: Olhamos para trás, para o sacrifício que Jesus
fez na cruz. Entendemos isto como sendo o fundamento e o centro de
nossa salvação.
Presente: Quando meditamos no terrível preço que Jesus
pagou para nos redimir de nosso pecado, nossa decisão de resistir
à tentação é fortalecida.
Futuro: Entendemos que a morte de Jesus é a base de nossa esperança,
e assim proclamamos nossa fé nele quando olhamos em frente
para a volta do Senhor e para nossa salvação eterna.
Não podemos esquecer nunca o dia negro no Calvário em
que Jesus deu sua vida para salvar a nossa.
Conclusão:
Podemos
notar que o M.G.A. se encaixa perfeitamente no conceito dos falsos
mestres descrito em I Timóteo 4:1. É um ministério
agressivo e herético, além de altamente orgulhoso que
tem por base, doutrinas facilmente refutadas à luz da Palavra
de Deus. Mas como toda boa seita que se preze, faz uso de versículos
bíblicos com interpretações distorcidas e fora
do contexto para dar uma "aparência" de Bíblia,
enganando até mesmo os cristãos. As conclusões
que Marco Gomes tira são em muitos casos absurdas, em outros,
perigosas, em vista do seu 1% de verdade. Oremos a Deus para que ele
tenha misericórdia desses "novos revelados" que insistem
em distorcer as Escrituras para a própria perdição
e afrontar o Cristianismo desde se nascimento até os dias de
hoje com suas doutrinas antibíblicas.
Notas:
1. Quanto às suas autodenominações ver Apostila
Volume 22 - Santa Ceia? ou Pascoa Judaica? no site www.gracaeapostolado.com.br
. Quanto às demais apostilas mencionadas aqui, ver site no
tópico Apostilas.
2. Ver site supra citado ícone Ministério, artigo entitulado
Meu testemunho Meu Chamado.
3. Apostila Volume 15: O Ministério de Paulo. II Timóteo
3:17 - aqui, o próprio Paulo (o Espírito através
de Paulo) declara que toda a Escritura é inspirada por Deus
e útil para o ensino. Não revoga, em momento algum,
autoridade superior dos seus escritos perante os demais escritores
neotestamentários.
4. Apostila supra citada.
5. Apostila supra citada. Paulo não tem a intenção
de colocar-se como autoridade suprema sobre toda a Igreja. Apenas
defende seu apostolado perante os judaizantes agressivos que insistiam
em condená-lo. Conforme Gál 1:1 era importante que o
apostolado de Paulo fosse autenticado de forma a não mais ser
posto em dúvida, uma vez que a veracidade de sua mensagem era
importantíssima para a Igreja primitiva e contemporânea.
6. Apostila supra citada.
7. Entre elas: a inexistência do diabo, as suas interpretações
apostólicas, o reino de Deus já veio (apologia contra
a oração do Pai Nosso), a quarta dimensão, entre
outras.
8. O batismo interior - mortos em Cristo para o pecado e ressuscitados
para a Vida.
9. Apostila Volume 17: Graça mostrando o erro e porque está
errado - os batismos.
10. Apostila supra citada.
11. Mateus 28:19.
12. Romanos 10:4.
13. Leia os versículos e responda: acaso os evangelhos foram
escritos durante a vida terrena de Jesus? Não é preciso
nem responder! É claro que não. Ademais, o apóstolo
afirma com tanta certeza que Paulo é o autor da epístola
aos hebreus...
14. Apostila supra citada.
15. Por que não cremos que o diabo existe - Parte I: Pregação
de Marco Gomes encontrada no site supra citado tópico Mensagens
em Graça.
16. Apostila supra citada.
17. Conforme raciocínio apresentado na nota n° 13.
18. É impressionante a maneira como Marco Gomes pode tirar
tais conclusões...
19. Apostila Volume 22: Santa Ceia? ou Páscoa Judaica?
20. Apostila supra citada.
21. Apostila supra citada.
22. Apostila supra citada.
23. Apostila supra citada.
*Evandro José Lui,21 anos é membro da Primeira Igreja
Batista em Louveira, onde serve a Deus como músico. É
Técnico Químico e está bacharelando em teologia
pela Faculdade Teológica Batista.